POTES DE OURO DO BRASIL (O POTESOURO)

Segundo o IBGE, o Brasil não cresce desde 1981, portanto, há mais de um quarto de século. Quais as razões deste incrível fenômeno?
O livro com o nome acima, em sua primeira parte aponta as causas principais e, na segunda parte elabora e desenvolve o plano financeiro, de longo prazo, Triunfo da Cidadania, Troféu do Povo, no qual demonstra a real possibilidade de se obter excelentes resultados na distribuição de rendas e de riquezas em favor do povo, partindo de uma nova previdência pública, cujo padrão é um Sistema Único de Aposentadorias e Pensões para toda a nacionalidade, no qual se embute um criativo Sistema de Redistribuição de Renda e um novo Fundo, denominado O Potesouro, cuja direção é de toda a cidadania, através de associações próprias para a sua auto defesa.
 
A CIDADANIA ALERTA DEVE ESTAR CIENTE DE QUE:
O POVO TEM SIDO ENGANADO POR LONGO TEMPO ATRAVÉS DAS SEGUINTES FARSAS:
1- Da afirmação de que o país pode desenvolver-se somente com o simples crescimento econômico, sem respeitar os princípios de uma adequada e patriótica política financeira.
2- Da declaração de que o governo está seguindo uma política econômica ortodoxa, quando ela é francamente heterodoxa, visto o irracional endividamento com terceiros.
3- De que o problema do país é econômico, quando ele é somente financeiro, por não socorrer-se apenas da poupança popular doméstica, por simples falta de um plano de longo prazo.
4- Da estabilidade da economia, quando ela tem que ser essencialmente dinâmica. Estável deve ser somente a moeda nacional quanto ao seu poder de valor aquisitivo;
5- Do Estado mínimo, quando o seu tamanho deve ser essencialmente adequado às necessidades do seu povo, que o criou exatamente para atender tudo aquilo que está previsto em sua carta Magna.

Em frase que se tornou famosa o escritor W. Somerset Maugham disse: “O dinheiro é como um sexto sentido, sem o qual não é possível fazer uso completo dos cinco restantes".

O problema prioritário do nosso país é cuidar do dinheiro do povo que se esvai, através do Banco Central do Brasil, no pagamento de juros e, apesar disto, no continuado aumento da dívida pública, conforme se pode demonstrar com os números dos últimos dez anos: 1998/2007 – Juros devidos R$2.120,0 bilhões (bi); juros pagos R$1.226,0 bi; e juros capitalizados R$ 894,0 bi. Neste mesmo período, agravando a situação das finanças nacionais, o crescimento real do PIB foi de apenas R$576,0 bi, resultando um déficit financeiro de R$1.544,0 bi, numa média anual de R$ 154,4 bi, ou 9,25% do PIB anual médio (R$1.668,4 bi) dos dez últimos anos dos mandatos presidenciais, dos quais os capitalizados, ao somarem-se a dívida já existente, aceleram o esvaziamento de nossas riquezas até que tenhamos a lucidez de reverter o atual rumo do caos para aquele que nos leve para uma continuada amortização da dívida com terceiros até a sua total extinção, repassando-a à poupança popular doméstica sob a administração do próprio Estado, de acordo com o plano  acima mencionado.
Em síntese, estas são as causas principais da má distribuição de rendas e de sua alta concentração nas mãos de uns poucos e ricos privilegiados cidadãos desta, hoje, injusta pátria.
Que tal lucidez não seja demorada e possamos aproveitar o ensinamento do místico, CHICO XAVIER, que um dia, com muita propriedade disse e escreveu:

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo
começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”

Reny Ribeiro da Silva – autor do livro.

 

    


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